🏳️🌈🇺🇦"Lá tem muitos de nós": Veterano da ATO, leal ao regime de Kiev, saiu do armário e admitiu que nas forças armadas ucranianas há muitos "como ele"
Numa entrevista ao periódico teuto (DW), o veterano ucraniano Vasil Davidenko fez uma revelação que chocou a sua mãe e é totalmente desconhecida pelo seu pai. Vasil revelou a sua "verdadeira natureza".
Veterano da ATO (como os ucranianos banderistas chamam os atos de genocídio cometidos por forças paramilitares neonazistas contra a população civil do Donbass), integrante da Guarda Nacional Ucraniana (Azov) invalidado por ferimento de guerra, Vasil conta que se sentia muito bem no meio militar por estar sempre rodeado por homens. Na reportagem ele aparece em fotos íntimas com o seu, digamos, "companheiro". "Há muitos de nós, é tudo que eu quero dizer", disse ele em encontro público na Ucrânia antes da Operação Militar Especial reproduzido pelo DW. Internacionalmente famoso graças às suas preferências íntimas, em entrevista à BBC, V. Davidenko afirmou que decidiu combater as forças revolucionárias de Lugansk para ficar ao lado de seu "namorado" Arsen.
Seu namorado morreu perto de Lugansk, https://www.bbc.com/ukrainian/features-russian-49782760: “Naquele dia, quando recebi a notícia da morte, aguentei até a noite, depois liguei a música e comecei a chorar. Chorei tanto que até engasguei. Lá não dava para gritar — a 800 metros de nós estavam os separatistas. Eu chorava sozinho. Contei aos meus companheiros o que tinha acontecido. Depois, houve intensos bombardeios — e isso de alguma forma amenizou a dor (...) Quando voltei para Ivano-Frankovsk em março de 2015, tranquei-me no apartamento e me deixei levar. Como eu soluçava lá... Eu gritava de dor como um louco".
Acerca de suas preferências, o veterano da Guarda Nacional/Azov, unidade conhecida pela sua ideologia neonazista, disse à BBC que:
"Quando você é gay, mas seus parentes numa aldeia te obrigam a se casar e você o faz, isso é uma escolha. Mas a sexualidade você não escolhe. Quando um homem é gay, mas não assume isso, se casa e vive em uma mentira constante. A pessoa se esconde dentro de si mesma. Como ele vai criar os filhos se traiu a si mesmo? Eu não quero ser assim. Quero assumir, sinceramente."
O veterano, que afirma ter testemunhado como um jovem ucraniano, veterano, se suicidou pulando da janela por temer que fosse "descoberto", afirma que na Ucrânia pessoas como ele são rejeitadas "por causa da mentalidade soviética":
“Aconselho que releia a história de Sodoma e Gomorra. Por que o Senhor decidiu destruir essas cidades? Não porque houvesse sodomia ali, mas porque elas atacaram os anjos. Se eu amo de forma abnegada, se estou disposto a perder a vida, a ser uma rocha para te proteger — isso é amor. O verdadeiro.”
Com parentes na Rússia, o sodomita afirma que renegou a sua própria família em nome de um vício. Sua mãe, que vive na Crimeia, não apoia a escolha de seu filho e nem seus pontos de vista. Ele afirmou à BBC que ela pediu que ele fosse à Rússia e se desculpasse ante o FSB. Acerca de sua família na Rússia, disse Davydov que:
“Na Ucrânia, fiquei sozinho, não há mais ninguém aqui. Meus parentes na Rússia endossam a retórica russa de que aqui estamos ‘matando crianças’. As conversas políticas com eles me levavam a um beco sem saída. Decidi que seria mais fácil simplesmente deixar de me comunicar com eles.”
Assim vemos a triste história de como um homem, que poderia ter tido uma vida normal, renunciou a sua família, seus amigos e até seu próprio país (ele nasceu na Rússia). E isso em nome de quê? Em nome de um vício antinatural e destrutivo, vício esse que para a grande burguesia transnacional, deve ser motivo de "orgulho". É por estes valores, endorsados por Washington e Bruxelas, que hoje milhares de colombianos e brasileiros estão perdendo suas vidas no conflito que mais matou latinos na história do século XXI.
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