LIÇÕES DE SEGREDOS (Capítulo 1)
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#Gay
#Grupal
#PrimeirasExp
PEDRO era um amigo e vizinho, temos a mesma idade. A gente só não estudava no mesmo colégio, mas o resto do dia era andando junto: criar peixe, passarinho, futebol na rua, andar de bicicleta, bola de gude, etc.
O pai dele trabalhava o dia todo e a mãe apenas no período da tarde; ele tinha uma irmã bem mais nova que era deixada na casa da avó materna pela mãe antes de ir para o trabalho, então as tardes na casa de PEDRO eram livres, se a gente não tivesse o que fazer na rua.
Na maioria das vezes na casa dele, a gente ficava vendo televisão, escutando música no “conjunto de som 3 em 1” ou jogando algum jogo de salão. PEDRO, eu e mais um ou dois colegas. Sempre se arranjava um cigarro (normal) para fingir fumar (ninguém tragava, só ficava bancando o adulto com o cigarro aceso e baforando a fumaça).
Bons tempos. E PEDRO, sempre o mais safado, começou a comprar revistas de pornografia. Era a nossa “Netflix” da putaria, uma coleção de revistas de sexo explícito mesmo ou de mulheres nuas (Playboy, Ele & Ela, Homem, Sexy, etc). A gente via, gravava e depois ia para casa bater a punheta.
Um dia desses, PEDRO baixou o calção e começou a se masturbar ali mesmo, na minha frente. Eu chega tomei um susto e nem consegui fazer o mesmo, apenas notei que o cacete dele era mais fino porém maior que o meu. PEDRO só fez e fazia isso quando eu e ele estávamos sozinho; se tivesse outro menino, a gente mantinha a regra de só ficar esfregando o pau por cima do calção e pronto.
Daí para PEDRO sugerir que a gente trocasse a punheta – eu nele e vice-versa – não demorou, nem eu rejeitei. Achei estranho porque pude sentir na mão a diferença dos paus, o meu e o dele. E isso se repetiu por duas tardes seguidas, depois não pudemos ficar na casa deles sozinhos por quase dez dias, o que aumentou a tesão e a angústia pela não sacanagem. Nessa época a gente batia, no mínimo, duas ou três punhetas por dia.
Quando ficamos sozinhos novamente, nem da revista precisamos mais. Já sentamos lado a lado na cama dele, baixamos os calções e começamos a punhetar um ao outro. PEDRO disse que ia fazer algo que sempre quis tentar, pois via na revista: ficou de joelhos na minha frente e meteu meu pau na boca dele. Tecnicamente, um boquete muito ruim, mas naquela época foi uma loucura. PEDRO não demorou muito e pediu o mesmo, não me fiz de rogado e botei a boca no cacete dele, que já estava babando. Ele não era circuncisado e a cabeça já estava cheia daquele líquido transparente, senti o cheiro forte e o sabor. Gostei, tanto que demorei mais.
Fui me levantar e PEDRO me segurou, pediu mais e disse que estava gostoso. Continuei, acho que bem melhor do que ele fez em mim, pois eu apertava o cacete dele com a boca. PEDRO então me disse: bora fazer um troca-troca? Todo mundo faz, o segredo é manter o silêncio.
Eu nunca tinha transado e nem me lembro se PEDRO também. Meu cacete estava uma pedra e eu só fiz que sim. Estávamos de camisa e nus da cintura para baixo. PEDRO pediu para ir logo e eu, sempre sem pensar direito por conta da tesão, me preparei.
Nada de usar a cama, pois poderia melar a colcha ou o lençol. Tinha um gaveteiro no quarto que serviu de apoio. Eu me encostei, baixei os ombros, abri as pernas e a bunda ficou exposta para esperar PEDRO. Ele cuspiu muito na mão, ensopou o cacete e veio. Eu abrir as nádegas com a mão e PEDRO foi metendo o cacete. Senti a cabeça do pau tentando entrar. Não foi fácil, baixei mais, abri mais as pernas e PEDRO, o “experiente”, foi buscar manteiga na cozinha. Untou o cacete com ela e veio de novo. E aí entrou.
Ao sentir a cabecinha entrando, um ardor forte veio, ardia mas a tesão queria sentir o resto. Mesmo assim, senti a dor e me levantei, pelo que o pau dele (o que tinha entrado) saiu. PEDRO me disse “fica calmo, no começo é assim mas passa logo, a dor é só para entrar”. Voltei para a posição que estava e ele veio de novo. Ardeu ainda, mas não tanto. Quando ele percebeu que já tinha entrado mais que a cabeça, começou a bombar.