Fechamento: Ibovespa sobe com otimismo global e impulso da Vale, mesmo com peso de Petrobras; dólar sobe com atuação do BC
O Ibovespa voltou a subir nesta 4ªF, sustentado pela Vale, em dia de otimismo global com a expectativa de retomada das negociações para eventual acordo de paz no Oriente Médio. O índice fechou em alta de 0,50%, aos 187.690,86 pontos, com giro de R$ 28,8 bilhões. As ações Vale subiram 3,62% (R$ 81,23), superando o minério de ferro (+2,84%), enquanto Petrobras caiu forte (ON -3,77%, a R$ 51,52; e PN -2,86%, a R$ 47,27), pressionada pelo petróleo, que desabou. Os papéis ocuparam a terceira e quarta maiores baixas do Ibovespa, respectivamente. Entre os bancos, destaque para o recuo de Itaú PN (-1,60%; R$ 41,78), no day after do balanço trimestral, enquanto outros papéis relevantes do setor avançaram: BTG unit +1,86% (R$ 59,02), Santander unit +1,95% (R$ 29,33), BB +0,68% (R$ 22,07) e Bradesco PN +0,42% (R$ 19,27). C&A liderou os ganhos do Ibovespa com +7,06% (R$ 12,28) após apresentação dos resultados trimestrais, acompanhada de Cury (+6,89%; R$ 31,48) e CSN (+6,86%; R$ 6,70). Na outra ponta, TIM foi a que mais caiu (-7,88%; R$ 24,44), reagindo ao demonstrativo financeiro, seguida de Prio (-4,26%; R$ 66,54). O dólar à vista seguiu na contramão do exterior e fechou em leve alta de 0,18%, a R$ 4,9207, após o Banco Central surpreender o mercado com a realização de um leilão de swap cambial reverso de US$ 500 milhões. (Márcio Anaya)