https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0e7m77en1o?at_medium=RSS&at_campaign=rss
A inteligência artificial está acelerando não apenas a medicina, mas diversos campos que antes avançavam lentamente por dependerem de tentativa e erro, altos custos e análise manual. Na ciência de materiais, por exemplo, algoritmos preveem propriedades e descobrem novos compostos em muito menos tempo, impulsionando baterias e eletrônicos. Na climatologia, modelos baseados em IA geram previsões mais rápidas e precisas, melhorando a antecipação de eventos extremos. Em física e química, ajudam a resolver problemas complexos e analisar grandes volumes de dados, como estruturas moleculares. Já na agricultura, permitem monitorar lavouras, prever pragas e otimizar recursos. Em comum, a IA reduz drasticamente o tempo, o custo e a incerteza em áreas historicamente lentas.
Os maiores ganhos com IA estão concentrados em países com forte base tecnológica e investimento, como China, Estados Unidos e Reino Unido, além de polos como Alemanha e Coreia do Sul. Eles combinam dados, infraestrutura e empresas inovadoras, acelerando ciência, indústria e serviços. Já países mais pobres, com menos acesso a tecnologia e capacitação, correm o risco de ampliar a desigualdade global, tornando-se mais dependentes e menos competitivos. Por outro lado, o acesso a ferramentas abertas pode mitigar parte dessa diferença, se houver políticas e educação adequadas.
Ver também:
▫️ http://www.girafabionica.com/2025/01/ia-colonialismo-tecnologico-e.html
▫️
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