A história de uma serva (1990).
Primeira adaptação de O conto da Aia, mostra um futuro onde os Estados Unidos se transformam numa ditadura religiosa, que após a poluição radioativa, apenas 1 em 100 mulheres são férteis, e estas são obrigadas a serem reprodutoras para casais ricos nos quais as esposas são inférteis.
Agora imagine um otário feministo que entra em qualquer curso de humanas da federal ou unesquina da vida e diz para a vadia feminista que ele quer comer, mas tem medo de parecer macho tóxico: - Olá, Maria Júlia, sabia que a série O conto da Aia também teve um filme antigo que pouca gente conhece? É uma obra tocante, mêo! Mostra a sensibilidade e sofrimento que o patriacardo cristão de extrema-direita é capaz de causar às mulheres, mêo! E aí, quer sair comigo de noite pra um barzinho?
- Não posso, hoje tenho que estudar pra prova...
- Se quiser, eu posso te passar as respostas, o professor sempre repete as questões!
- É mesmo, obrigada rs.
Vrummm. Beep-beep.
- Ops, meu namorado chegou pra me levar pra casa, até amanhã!
- Até amanhã!
Depois que ela vai embora, o esquerdomacho pensa consigo mesmo:
- Esse playboy de jeep renegade não merece ela, mêo! Eu sou um homem de cultura! Sou o cara certo pra ela! Ao entrar no carro, ele deu um tapão na bunda dela, e ela deu um grito sorrindo "" ai"! Pois vou ler o livro, maratonar a série e escrever um TCC sobre a opressão e o risco que um governo cristão conservador representa à liberdade das mulheres, mêo! Tenho certeza que ela vai se impressionar e se apaixonar por mim, mêo!
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Na boa, o livro dessa merda vendeu mais de 20 mil unidades só na Amazon Brasil graças à essa série, imagino a quantidade gigante de YouTubers afrescalhados e mulheres do piercing no septo e cabelo rosa fazendo resenha e dizendo que essa obra é genial e necessária em tempos de ascensão do discurso conservador, da extrema-direita, dos redpills e todo esse blá-blá-blá pra enganar otário.
Resumindo o filme, Kate perde o marido assassinado pelo governo e tem a filha pequena raptada ao tentarem fugir do país, é capturada e obrigada a virar reprodutora, encaminhada para servir um ricaço líder do exército e gosta de ser puta nas mãos dele por ganhar mimos. Só faz cuzinho doce para não parecer fácil.
E nessa ditadura religiosa, revistas, filmes, livros e músicas são proibidos. Essa escritora idiota ignorou conscientemente ou não sabia que tais proibições são a base de todo governo comunista ou islâmico atual. Mas bota o fim do mundo e da liberdade individual na conta dos fundamentalistas cristãos.
Vá para a puta que te pariu, vagabunda.