#VÍDEO; A poetisa, escritora e youtuber Savannah Brown compartilha uma história curiosa envolvendo Dua Lipa.
Gostaria de contar uma breve história que tenho sobre a Dua Lipa. No ano passado, meu ex-namorado e eu viajamos para Palermo para celebrar o meu aniversário. Antes da viagem, enviei a ele diversas fotos das férias da Dua Lipa como inspiração para registros que ele poderia fazer de mim.
Não sou profundamente familiarizada com a discografia da artista, mas nutro grande apreço por ela. Considero-a, além de extremamente bonita, detentora de uma presença serena e elegante — uma espécie de aura régia que me agrada. Em suma, simplesmente gosto muito da Dua Lipa.
Durante a viagem, eu a mencionava com frequência. Era ‘Dua Lipa isso’, ‘Dua Lipa aquilo’. Desenvolvemos, inclusive, uma piada recorrente: sempre que eu fazia algo pouco lisonjeiro — como subir desajeitadamente em uma prancha de surfe, ainda com a máscara de snorkel no rosto — eu perguntava: ‘Estou parecendo a Dua Lipa?’. Isso levou meu ex a criar a resposta espirituosa: ‘Não, você parece a Una Lipa’. Era engraçado — ainda que um pouco constrangedor.
Por volta da quarta noite, caminhávamos pelas ruas de paralelepípedos de Palermo quando, mais uma vez, mencionei a Dua Lipa. Subitamente, fui tomada por uma sensação inexplicável e disse: ‘Não sei explicar, mas sinto que ela está aqui’. Rimos da ideia, considerando o quão improvável parecia — especialmente diante da frequência com que eu falava sobre ela.
Na manhã seguinte, ao navegar pelo Instagram, deparei-me com uma nova publicação da cantora: ‘Palermo no meu coração’. Ela estava lá — havia estado lá o tempo todo! Reagi com um grito, a ponto de meu ex, em outro cômodo, acreditar que algo grave havia ocorrido. Na realidade, era apenas a surpresa.
Ao analisar a publicação, observei diferentes looks, aparentemente registrados ao longo de vários dias. Concluímos que ela provavelmente havia chegado à cidade na mesma época que nós. A situação nos pareceu absolutamente insólita.
Em uma das fotos, ela aparecia em um bar charmoso, repleto de plantas. Decidimos, então, tentar descobrir onde ficava aquele local naquela mesma noite. No entanto, não conseguimos identificar o nome do estabelecimento. Passamos a circular pela cidade de forma aleatória, entrando em diversos lugares que não correspondiam à atmosfera que procurávamos — repetimos isso várias vezes.
Por fim, já cansados e ligeiramente contrariados, recorremos a um mapa e escolhemos um local próximo, praticamente ao acaso. Ao chegarmos, constatamos, com surpresa, que era exatamente o bar da fotografia. O mesmo lugar.
Toda a experiência foi, no mínimo, peculiar. Naquele momento, cheguei a cogitar a possibilidade de possuir algum tipo de habilidade mediúnica. Ao que parece, no entanto, ela se limita a detectar onde a Dua Lipa está — ou esteve.
Enfim, uma experiência curiosa. Que jornada imprevisível é essa que todos nós compartilhamos.